Cidades
Barreira desmorona e exp�e risco
Diante de novo desmoronamento nesta área, ontem, o consórcio de empreendedores responsáveis pelo talude de contenção de barreira que está sendo construído na área do extinto lixão de Cruz das Almas será chamado a prestar esclarecimentos à Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma). Segundo a Sempma, eles terão que apresentar informações sobre o andamento da obra e apresentar uma solução definitiva para o problema. Do contrário, podem ter as autorizações prévia e de implantação suspensas pelo órgão municipal de proteção ambiental. Ao se posicionar sobre o novo desabamento, a Sempma esclarece que em gestões passadas emitiu Autorizações Ambientais Prévia e de Implantação de toda a área, mas devido aos problemas apresentados pela instabilidade do talude (contenção), não emitiu, e não emitirá, a Autorização Ambiental de Operação sem a comprovação de segurança e viabilidade da área. Parte da barreira que está sendo construída num terreno privado ao lado de um dos shoppings de Maceió voltou a desmoronar ontem, provavelmente em decorrência de chuvas. O objetivo da barreira de contenção é evitar que materiais oriundos do antigo lixão invadam a área, onde o consórcio planeja construir imóveis residenciais. Em junho de 2015, após vistoria in loco das obras de contenção de barreira/construção de talude, localizadas da Avenida Josepha de Mello, no sentido Cruz das Almas/Barro Duro, a fiscalização da Sempma constatou que o consórcio de empreendedores cometeu infrações ambientais previstas pelo Código Municipal de Meio Ambiente, e por isso, naquela ocasião, embargou a obra. O reinício da operação foi permitida depois que os empreendedores assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assumindo várias obrigações.