Cidades
T�cnicos combatem ponto eletr�nico
O ajuste fiscal imposto pelo governo Michel Temer foi um dos pontos da lista de motivos do protesto, mas a implantação do ponto eletrônico e a obrigatoriedade de cumprir carga horária de oito horas, foi a principal justificativa da manifestação organizada pelo Sintetfal, entidade que reúne os servidores da antiga Escola Técnica, hoje Instituto Federal de Alagoas (Ifal). Os técnicos administrativos pretendem boicotar o ponto eletrônico, que entrou em fase experimental no último dia 1º. A decisão deles é continuar apenas com o registro manual de assiduidade. ?O ponto eletrônico é parte de uma política neoliberal que quer trazer o modelo de administração privada para o serviço público?, afirmou o diretor do Sintietfal em Murici, Yuri Deleon. O sindicalista defende que, a exemplo do que ocorre no campus onde trabalha, o boicote se estenda a todas as unidades do Ifal. As lideranças nas unidades devem fazer uma rodada de assembleias municipais para referendar essa luta, acrescentou Deleon.