Cidades
CDL garante que 90% dos lojistas�cumprem leis que amparam cliente
Cerca de 90% dos lojistas de Maceió cumprem as normas do Código de Defesa do Consumidor, segundo afirmou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Wilson Barreto. ?É um índice muito bom, pois mostra que temos orientado os comerciantes a seguir as determinações do Código e eles têm cumprido?, destacou. Wilson Barreto considera que a lei que ampara o consumidor em seus direitos veio para ficar e conscientizar o lojista sobre a importância de saber atender bem os clientes, para garantir a fidelidade de cada um. ?Se um cliente é bem atendido em uma loja, a tendência é que ele retorne ao local outras vezes. Então, ganham o cliente, o lojista e o vendedor do estabelecimento, que terá naquela pessoa um cliente fiel?, observou, acrescentando que é muito importante para o lojista saber preservar a clientela. ?Os lojistas devem fazer com que os direitos do consumidor sejam respeitados, afinal, ele também é um consumidor em qualquer outro estabelecimento, seja comercial ou de prestação de serviços, e não vai querer ser mal atendido. Então, por que tratar mal os clientes se também quer ser bem recebido??, questionou. Cursos e palestras Ainda de acordo com o presidente da CDL, a maioria dos lojistas de Maceió tem oferecido cursos e palestras aos funcionários sobre o Código de Defesa do Consumidor. ?Essas atividades são desenvolvidas em parceria com o Sebrae e a própria CDL, objetivando orientar os vendedores sobre a necessidade e a importância de respeitar os direitos dos fregueses, sem a utilização de artifícios que venham denegrir a imagem do estabelecimento, como por exemplo, maquiar produtos, vender produtos de má qualidade dizendo que o material é bom, enganar o cliente em relação às condições de pagamento, entre outros?, explicou. E para quem ainda não sabe, a CDL possui o Departamento de Assistência ao Consumidor (Deacon), que visa intermediar os problemas ocorridos entre consumidores e lojistas. ?Quando um problema dessa natureza ocorre, nós tentamos intermediá-lo, resolvendo o impasse entre as partes. Nós intermediamos a discussão, evitando que chegue às mãos da Justiça, ou seja, ao Procon ou mesmo à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Graças a Deus temos conseguido bons resultados?, atestou. (FM)