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Sesau investiga 26 mortes ligadas ao Aedes

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Em Alagoas, o número de doenças e suspeitas de mortes causadas pelo mosquito Aedes Aegypti é crescente. Os dados apresentados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) mostram que, de janeiro a junho de 2016, estão sendo investigadas 26 mortes. No mesmo período de 2015, a Sesau notificou 22 óbitos, sendo cinco confirmados. Mais de 20 mil pessoas apresentaram sintomas relacionados ao Aedes. Segundo aponta o levantamento, há suspeita de que 19 pessoas morreram em decorrência da dengue, outros seis de chikungunya e um provocado pelo vírus da zika. Já nos primeiros meses de 2015, 22 casos suspeitos de óbitos provocados por doenças relacionadas ao Aedes aegypti foram registrados, sendo 19 investigados e cinco confirmados em decorrência da dengue, o que representa quatro mortes a menos do que em 2016. Na semana passada, em entrevista à Rádio Gazeta e ao portal Gazetaweb, a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, ressaltou que não existe epidemia e o combate ao Aedes Aegypti depende da união entre o Estado e a população. ?Existe uma diferença entre epidemia e endemia. A primeira é quando há um surto e ele passa. Já a endemia é quando o problema se perpetua por muitos anos, que é hoje o caso das doenças relacionadas ao Aedes. O Estado está informando e orientando como a sociedade deve proceder. E nós, enquanto Estado, estamos agindo para combater as doenças provenientes do Aedes?, alertou. Ainda de acordo com as estatísticas apresentadas, no primeiro semestre deste ano, 23,2 mil pessoas teriam apresentado algum sintoma relacionado às doenças provocadas pelo mosquito.

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