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Ufal definir� novo local para o Lix�o de Macei�

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Mais que um problema ambiental, o Lixão de Maceió é hoje um drama para moradores do bairro de Mangabeiras e adjacências. Completamente saturado, causando transtornos insuportáveis à comunidade daquela área, o lixão terá que ser transferido. Para isso, a Prefeitura Municipal assinou, ontem, um convênio com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) que se compromete a entregar em 90 dias um estudo apontando áreas, no território maceioense, adequadas a servir como aterro sanitário. O convênio, no valor de R$ 25 mil, é encarado como primeiro e decisivo passo ao caminho de uma solução para os problemas que a população e a própria administração pública enfrentam. Os danos provocados pela fumaça da combustão, os mosquitos, o mau-cheiro e a contaminação do lençol freático, terão, enfim, a possibilidade concreta de serem sanados. A expectativa da superintendente municipal de limpeza urbana, Rosa Tenório, é de que no início do próximo semestre já se saiba o local onde será instalado o novo lixão. A Universidade vai formar um grupo de estudos para desenvolver amplo e conclusivo relatório sobre eventuais áreas para comportar o lixo de Maceió. Vão participar professores, entre outros, dos departamentos de Geociência e Química, coordenados pela professora Délia Calado. O convênio prevê ainda que esses técnicos da Ufal ficarão responsáveis pelo monitoramento do novo e do velho aterro. Para isso, a Prefeitura de Maceió pagará R$ 5 mil, mensais, durante cinco anos. ?Estamos começando a resolver um grave problema ambiental?, disse a prefeita Kátia Born, explicando que, no convênio, está assegurada a continuidade do trabalho, independentemente de quem seja o administrador público. O grupo de trabalho da Ufal vai fazer também um diagnóstico do aterro velho que, depois de desativado, deve estar inerte no prazo de 10 anos. ?Toda a parte orgânica se decompõe em uma década?, disse Rosa Tenório. Participaram da solenidade o reitor Rogério Pinheiro, técnicos da Ufal e diversos secretários.

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