Cidades
A��o detecta hepatites tipo B e C
Durante todo o dia de ontem, no Hospital Escola Hélvio Auto, ocorreram ações alusivas ao ?Julho Amarelo?, um movimento criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em parceira com o Ministério da Saúde, que faz referência ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites. A data é comemorada desde 2010 e visa chamar atenção da população para os problemas relacionados às hepatites virais. Dentre as atividades realizadas foram feitos centenas de exames para detectar hepatites dos tipos B e C. De acordo com a coordenadora estadual de Hepatites Virais, doutora Rosileide Alves, ações como essa são de extrema importância porque a hepatite é considerada um agravo de saúde pública, principalmente as virais B e C. Segundo a coordenadora, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) trabalhou junto ao Hospital Hélvio Auto para que fosse feito o treinamento da equipe médica e disponibilizou cerca de três mil kits para os testes. ?Sabemos que grande parte da população brasileira só atenta para questões como essa durante campanhas. Para o Julho Amarelo deste ano, conversamos com representantes das secretarias municipal e estadual de Saúde e decidimos ofertar para a população de Alagoas testes de hepatite B e C para prevenção e controle da doença. Conseguimos uma equipe voluntária composta por psicólogos, médicos, residentes de infectologia, enfermeiros e auxiliares de enfermagem?. Há 12 anos, Alagoas conta com o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) no Posto de Atendimento Médico (PAM) Salgadinho, no Hospital Universitário (HU), além dos postos de atendimento no interior como em Delmiro Gouveia, Arapiraca, Penedo e União dos Palmares. Os CTAs são responsáveis por realizar diversos testes como hepatite, aids, sífilis, HPV, doença de chagas e outras. Durante a ação de ontem, as pessoas com sorologia positiva para hepatite B foram encaminhadas para o centro de tratamento do Hospital Hélvio Auto; os que apresentaram sorologia negativa foram direcionados para a vacinação. No caso de sorologia positiva para hepatite C, a coordenadora explica que é necessário uma investigação para saber a origem da doença. * Sob supervisão da editoria de Cidades.