Cidades
Drama do n�mero reduzido de doadores continua no Hemoal
O Hemocentro de Alagoas (Hemoal) continua precisando da doação de plaquetas para atender aos pacientes que precisam do composto sanguíneo. Segundo a assistente social do Hemoal Régia Peixoto, quatro pacientes precisam, diariamente, de transfusão de plaquetas para continuar vivas. ?Os doadores que tínhamos agendados para essa semana não puderam realizar o procedimento por estarem com um número [de plaquetas] abaixo do indicado para a doação. Precisamos que as pessoas que têm os sangues tipos A, B e O positivo compareçam no Hemoal para ajudar esses pacientes?, afirma Peixoto. Diferentemente da doação de plaquetas, o cadastro de doadores de médula óssea tem aumentado em Alagoas. Apesar disso, o número ainda é pequeno, principalmente porque, segundo a assistente social, as chances de encontrar um doador compatível são de 1 em 1 milhão. ?O cadastro para doação de médula tem aumentado do ano passado para cá. Em 2014 tínhamos cadastrado 579 doadores e, no ano seguinte, esse número saltou para 5.249 pessoas?, relata. Ainda segundo Régia Peixoto, o aumento no cadastro de doadores de médula foi fruto, principalmente, das campanhas realizadas pelas famílias dos pacientes leucêmicos nas redes sociais. ?Esse crescimento aconteceu, principalmente, pelo aumento do número de casos de crianças com leucemia, nos quais as famílias fazem mobilizações na internet. Os dados de 2016 ainda não estão fechados, mas com a campanha em prol do Jhuan, os cadastros cresceram bastante. Somente na cidade dele, em um único dia, mais de 300 pessoas foram cadastradas?, revela. * Sob supervisão da editoria de Cidades.