Cidades
Pok�mons viram febre em Macei�
A ?febre? mundial do aplicativo Pokémon Go chegou ao País na última quarta-feira, 3, e, desde o primeiro dia disponível para ser baixado, o jogo chamou a atenção dos maceioenses, deixando pais e gestores escolares preocupados. O game está disponível nas lojas brasileiras de aplicativo da Apple e do Google. O jogo funciona como no anime, onde Ash e seu Pikachu, personagens principais, viajam em uma aventura para se tornar um mestre Pokémon. No game, os jogadores usam os celulares para caçar os bichinhos pelas ruas das cidades. O aplicativo usa a tecnologia de realidade aumentada, utilizando a câmera do celular para simular a presença do pokémon no ambiente em que o usuário está. Os personagens ficam disponíveis em locais específicos e são carregados pelo GPS. Por causa das características inovadoras do jogo, muitas pessoas têm perdido a atenção enquanto usa o aplicativo. Na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o prédio da Reitoria, que é um dos pontos de pokestops, locais fixos que as pessoas podem coletar pokémons e itens especiais, vários alunos estavam no prédio que não costuma ter muita circulação de acadêmicos. A coordenadora pedagógica de um colégio da capital, Tânia Regina, verificou, durante o intervalo, uma movimentação atípica. Segundo ela, o colégio procura incentivar atividades lúdicas durante o intervalo para tirar os alunos do celular, mas, ontem, não teve jeito. ?Não tivemos problemas, porque o celular é proibido na sala de aula há algum tempo, mas percebemos que no intervalo e na saída houve uma movimentação diferente, porque para evitar que os alunos fiquem no celular durante o recreio, fazemos aulas de dança e música, mas ontem quase ninguém deu atenção a essas atividades, o chamariz era o jogo, tinha rodinhas de alunos rindo em torno de um smartphone?, diz. * Sob supervisão da editoria de Cidades.