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Sa�de do feto causa mais curiosidade do que o sexo

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A pedagoga e auxiliar administrativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) Érika Muritiba, de 27 anos, tentou engravidar durante dois anos, sem conseguir. Nenhum médico diagnosticava o motivo da infertilidade, o que quase a levou a desistir de ter filhos. ?Os médicos diziam que eu não tinha nada, até encontrar a doutora Juliana, que de início verificou falta de ovulação. Depois, descobrimos que meu endométrio não tinha espessura suficiente para a fecundação?, relata ela, que está na 13ª semana de gravidez e muito feliz com os planos para o bebê. ?Os tratamentos são caros, mas os procedimentos e exames que fiz, meu plano cobriu. Os gastos que tivemos foram com medicamentos e consultas. Graças a Deus, durante todo o tratamento nós dois estávamos trabalhando. Ainda não tenho certeza do sexo, mas nos exames aparecem 70% de chances de ser uma menina, meu grande sonho!?, comemora. Outra figura que tem feito parte no cotidiano das futuras mães brasileiras é a do profissional especialista em medicina fetal, principalmente depois do surto de zika e dos casos de microcefalia, associados ao vírus. Os médicos dessa área realizam procedimentos preventivos, diagnósticos ou terapêuticos, invasivos ou não, relacionados à gravidez. Segundo a ginecologista e obstetra com especialidade em medicina fetal Taynara Soares, as pacientes têm mudado de comportamento. ?As gestantes estão mais preocupadas em fazer os exames de ultrassonografia, principalmente os morfológicos. Há algum tempo o maior interesse da grande maioria era o sexo, hoje o interesse se volta para a saúde do feto, sua formação e desenvolvimento?, afirma. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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