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Cresce n�mero de casos suspeitos

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Apesar das campanhas dos governos federal, estaduais e municipais para envolver a população no combate aos focos do mosquito Aedes Aegypti ? transmissor da dengue, zika e chikungunya ?, dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) apontam um crescimento no número de casos registrados dessas doenças no Estado. Em Alagoas, o crescimento das ocorrências das três doenças, somadas, já é superior a 64%, totalizando 14.316 casos a mais, comparado ao mesmo período do ano passado. Na capital, conforme o Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), referente à Semana Epidemiológica de 14 a 20 de agosto, somente este ano já foram notificados 3.969 casos de dengue, contra 3.530 do mesmo período do ano passado. Em todo o Estado, foram registradas, nesse período, 19.960 notificações, com uma leve redução nos números, que em 2015 foram de 21.060 casos. Os números de casos graves da dengue também tiveram uma leve redução em Maceió: foram duas ocorrências graves ao fim de agosto, contra seis no mesmo período de 2015. Os números da zika também são preocupantes em todo o Estado. Até o fim de agosto foram 4.827 casos suspeitos, destes, 319 são de gestantes. No mesmo período do ano passado, o município tinha registrado 3.928 casos. No Estado, 6.516 pessoas tiveram a suspeita de zika. Se comparado com o mesmo período do ano passado (24 suspeitas), o crescimento é maior que 2.5000%. Os dados do Estado podem ser justificados pela ausência de notificação compulsória no ano passado. Este ano, também já foram notificados 6.624 casos de febre chikungunya, com 35 casos graves suspeitos e 16 confirmados na capital. No ano passado, no mesmo espaço de tempo, foram notificados 85 casos. A microcefalia relacionada à zika já registrou 89 casos suspeitos em 2016, com 27 casos possivelmente relacionados ao vírus, sem registro de óbito. No Estado, foram 9.943 casos suspeitos de chikungunya até o fim de agosto. No mesmo período de 2015, foram 1.019.

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