Cidades
Policiais civis fazem protesto em Macei�
Parte dos agentes que atuam no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), no bairro de Mangabeiras, em Maceió, cruzou os braços ontem e apenas ?casos mais urgentes? eram atendidos. É que os policiais civis aderiram à mobilização nacional contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016 e o Projeto de Lei Complementar (PLC) 54/2016. Os sindicalistas dizem que a campanha contra a PEC e o PLC acontece em todos os estados e lamentam o fato de nem todos os servidores públicos aderirem à mobilização. ?A PEC prevê o congelamento dos salários durante 20 anos. Do jeito que está, fica parecendo que a culpa por essa crise que está aí é do servidor?, acrescenta José Edeilto Gomes, vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL). O dia de mobilização contra as medidas que tramitam no Congresso Nacional, que acarretariam ? segundo os sindicalistas ? no congelamento de salários e na privatização de serviços, também serviu para a categoria reforçar a expectativa sobre o andamento da negociação com o governo estadual. ?Até agora não fomos chamados para conversar. O último contato que tivemos com a Seplag foi no dia 15 de setembro?, disse Gomes. A categoria ? que envolve aproximadamente 1.600 agentes e escrivães ? ameaça cruzar os braços durante as eleições municipais de 2 de outubro, caso as reivindicações não sejam atendidas. A principal delas é o aumento do piso salarial de R$ 3.060 para R$ 5.500. A delegacia geral já se pronunciou sobre o fato e disse que espera ?bom senso dos agentes?.