app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5714
Cidades

Gama Lins protesta contra onda de viol�ncia

Revoltados com a falta de segurança e com o aumento da onda de criminalidade, moradores do Conjunto Gama Lins realizaram, ontem à tarde, um protesto na BR-316, na entrada da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Durante a manifestação, o trânsito no l

Por | Edição do dia 08/03/2002 - Matéria atualizada em 08/03/2002 às 00h00

Revoltados com a falta de segurança e com o aumento da onda de criminalidade, moradores do Conjunto Gama Lins realizaram, ontem à tarde, um protesto na BR-316, na entrada da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Durante a manifestação, o trânsito no local ficou congestionado por algumas horas. Segundo eles, os assaltos no conjunto, que fica ao lado do Presídio Baldomero Cavalcanti, viraram rotina nos últimos meses, amedrontando a comunidade. “Faz medo a gente ficar na porta de casa a qualquer hora do dia”, afirmou a garçonete Adriana da Silva Santos, que já sofreu tentativa de assalto quando retornava do trabalho de madrugada. “Tive que correr e pegar um carro para chegar a casa”, contou. Na semana passada, os moradores comprovaram a escalada da violência no conjunto, onde um comerciante foi assassinado em pleno dia. “Geralmente quando acontece um crime por aqui, a polícia só chega no velório da vítima”, diz. A dona de casa Maria Helena Vicente já teve a sua residência roubada por duas vezes, quando os ladrões levaram uma televisão e botijões de gás. “Estamos sem segurança nenhuma, ficando à mercê dos bandidos”, afirmou. Ronda Diante da falta de policiamento no conjunto, os moradores resolveram apelar para o vereador que é considerado o dono do Gama Lins. “O Luiz Pedro prometeu fazer rondas à noite no conjunto, a fim de retirar os bandidos de circulação”. Quem estiver na rua após as 22 horas também será convidado a ir para casa, de acordo com os moradores. A comunidade reivindica a instalação de um PM Box, além de melhorias no acesso ao conjunto, a exemplo de iluminação. “Isso aqui à noite é uma escuridão, atraindo os marginais”, comentou um morador.

Mais matérias
desta edição