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Policiais civis paralisam atividades de novo

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Ontem, 8, foi mais um dia de greve de 24 horas nas delegacias distritais, centrais, especializadas e regionais de todo o Estado, deflagrada pelos policiais civis de Alagoas, para mostrar o descontentamento da categoria com a negociação de reajuste salarial com o governo do Estado. Em Maceió, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol-AL) concentrou a manifestação na Central de Flagrantes 1, localizada no bairro do Farol. A tenda armada na entrada da Central de Flagrantes destacava a decisão de cruzar os braços novamente, depois da reunião que os policiais civis tiveram com a Secretaria do Estado de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) na última segunda-feira, 7, e que não registrou avanço nas negociações. ?Tivemos uma reunião com o secretário que mostrou a situação financeira do Estado, mas não apresentou uma proposta nova, por isso vamos continuar a mobilização. Nós pedimos ao secretário que marcasse uma reunião do sindicato com o governador Renan Filho e estamos aguardando resposta, porque nós entendemos que o governo tem dinheiro?, declarou Josimar Melo, presidente do Sindpol. Os policiais civis alegam que recebem o pior piso salarial da segurança pública para uma categoria com nível superior e pleiteiam um piso de R$ 5.500 em duas parcelas (primeira para este ano e a segunda para 2017). Dentre os 23 itens de reivindicação, além do reajuste do piso salarial, estão a revisão do Plano de Cargos, Carreira e Subsídios (PCCS), pagamento de risco de vida e insalubridade, correção de valores do adicional noturno e verba de alimentação, fim do desvio de função que é a custódia de preso, plano de saúde mantido pelo Estado, entre outros.

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