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Assaltos a �nibus aumentam 26%

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O ano ainda nem terminou, mas, nesses 11 meses de 2016 (incompletos), o número de assaltos a ônibus, em Maceió, já supera em 26% o registrado durante todo o ano de 2015, de acordo com levantamento feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro/AL). Conforme a entidade, de janeiro a novembro deste ano, 930 ônibus foram alvos de assaltantes, contra 738 casos registrados durante os doze meses de 2015. Entre as quatro empresas que operam na capital, a campeã de ocorrências é a São Francisco, com 350 assaltos, que opera entre os bairros do Clima Bom e Bebedouro. A segunda é a Real Alagoas, com 227 assaltos. O vice-presidente do Sinttro, Hernande José dos Santos, afirma que, nos dois últimos meses, houve redução no número de assaltos, porém, com a proximidade das festas de fim de ano, a categoria está apreensiva, principalmente depois que a primeira quinzena de novembro registrou 43 ônibus assaltados, contra 49 de todo o mês de outubro. ?Vamos nos reunir com a SSP no dia 5 de dezembro para discutir a nossa preocupação sobre este período de fim de ano, em que mais pessoas estão nas ruas, mais dinheiro circula no comércio e os assaltantes buscam aproveitar esse momento?, explica. A região em que a empresa São Francisco atua ainda é, segundo o vice-presidente do Sinttro, uma das mais delicadas da cidade. De acordo com Santos, apesar do conhecimento da SSP, a área de Bebedouro continua registrando o maior número de assaltos. ?O medo por parte dos rodoviários é constante, principalmente os que atuam na área de Bebedouro. O que acontece também é que, quando a polícia intensifica as operações em um bairro, os criminosos fogem para outra região?, analisa. As ações, segundo o presidente do Sinttro, Écio Ângelo, acontecem em uma margem pequena de tempo e, na maioria das vezes, duram a distância entre uma parada do ônibus e outra. ?A grande dificuldade que temos em coibir esse tipo de crime é que os assaltantes entram em um ponto e descem em seguida, não tem como chamar a polícia nessas situações. Eles analisam as linhas, horários e locais que são mais vulneráveis. Os bandidos, inclusive, buscam lugares em que eles tenham visão da área de fora do coletivo?, relata. *Sob supervisão da editoria de Cidades

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