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C�NCER DE PELE � NOVO ALVO DE CAMPANHA

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Sol, luz, calor, e uma faixa de mar que não tem tamanho, cercada por belíssimas praias que contornam o Estado. Um convite a um banho, um dia de lazer, um passeio de jangada ou, simplesmente, a uma cadeira na areia. Está feita a programação que atrai e converge para um mesmo lugar, grande parte da população, sobretudo nos fins de semana. Mas ?cuidado com o sol!?. Quem nunca ouviu essa frase? É bom levar a sério. A radiação ultravioleta ? conhecida como UV ?, essencial para a preservação do calor e a existência da vida, é também o principal fator responsável pelo desenvolvimento de câncer de pele, e na maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol. Não é à toa que, num País tropical como o Brasil, o câncer de pele seja o mais incidente ? corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no País. E apesar de apresentar um baixo índice de letalidade e um alto potencial de cura em sua forma mais branda (o não melanoma ou carcinoma), se for detectado precocemente, também pode matar ou causar mutilações profundas. Em todo caso, é melhor prevenir do que remediar. Proteger-se do sol evitando exposição nos horários em que os raios ultravioletas são mais intensos ? geralmente das 9 às 15 horas ? e usar protetor solar todas as horas do dia é o caminho mais recomendado pelos especialistas, para evitar que os números de incidência da doença continuem crescendo. Segundo dados do SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade) do SUS, em 2013 (dados mais recentes) o câncer de pele foi responsável pela morte de 1.769 pessoas no Brasil. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que o ano de 2016 feche com 175.760 novos casos da doença. Em Alagoas, segundo a dermatologista Rafaela Tenório Passos, o número de novos casos vem aumentando, principalmente entre as mulheres. A estimativa para o ano de 2016 das taxas brutas de incidência do câncer de pele não melanoma por 100 mil habitantes é de 460 casos em homens e 610 casos em mulheres, totalizando 1.070 casos. Para o tipo melanoma (mais agressivo), a expectativa é de 20 casos no Estado.

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