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FISICULTURISMO CONQUISTA ALAGOANAS

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Com início nos anos 1970, o fisiculturismo feminino progrediu e continuou conquistando adeptas. Em Alagoas, é crescente a busca pelo corpo simétrico, onde as superpoderosas fisiculturistas enfrentam desafios diários. A personal trainer Dani Balbino começou a praticar o esporte em 2010, quando descobriu um problema de saúde na coluna que a impediu de continuar lutando caratê e dançando balé. ?Durante a adolescência, descobri que só podia fazer musculação. Então, continuei competindo em um esporte que eu podia fazer?, revela Dani Balbino. Outra alagoana apaixonada pelo fisiculturismo é a personal trainer Maria Aparecida Bradley, de 39 anos, que iniciou a academia aos 14 anos e, de lá para cá, não parou mais. ?Comecei a jogar handebol, depois iniciei os treinos na academia e descobri que a ideia de ter músculos me atraía. Então, com o passar do tempo, busquei minha paixão, que é malhar para obter um corpo do meu agrado?, diz Maria Aparecida. Como se não bastasse fazer dieta, ter dedicação, disciplina e mente aberta para lidar com as críticas, as atletas precisam de tempo para sustentar o próprio esporte. E, apesar do fisiculturismo ter muitas adeptas, é um esporte pouco conhecido pela sociedade e rodeado de estereótipos. Além dos corpos torneados, Dani Balbino e Maria Aparecida têm outras coisas em comum: elas são atletas profissionais e buscam apoio longe do País. Atualmente casada com um norte-americano, a fisiculturista Maria Aparecida conta que, no início, enfrentar as críticas foi o mais difícil e, por isso, decidiu procurar apoio fora do Brasil. ?Em Alagoas, ou melhor, no País, a maioria das pessoas possui a mente fechada. E, devido a isso, eu tinha um certo receio de ?pôr músculos? e ser criticada?, confessa Maria. Após aprontar as malas para embarcar para os Estados Unidos, a atleta profissional Dani Balbino conta que a falta de patrocínio é desmotivante.

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