Cidades
Blocos enfrentam desafio para desfilar
A Gazeta de Alagoas procurou saber como funciona a logística para promover um bloco carnavalesco. Ronaldo de Andrade Silva, que é organizador do bloco Filhinhos da Mamãe, relatou todas as dificuldades até o grande final, que é colocar o bloco na rua. Este ano, o bloco deve reunir mais de 5 mil pessoas. O bloco que pertence à Associação Teatral das Alagoas (ATA) centraliza a sua administração e conta durante o ano inteiro com a parceria do Museu Théo Brandão, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que lhe faculta espaço para sediar a agremiação. Os adereços, estandartes e a boneca gigante Mamãe (Alagoas) integram o acervo de carnaval em exposição no museu. ?A cada ano que passa estamos estreitando uma parceria bem positiva para a desenvoltura pública do bloco com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico - Iphan/Alagoas, que proporciona a realização anual, em seu salão, de exposição sobre o bloco Filhinhos da Mamãe, e esta exposição serve de cenografia para o Baile Infantil dos Filhinhos, que os funcionários do Iphan organizam. Neste ano com a fundação da Liga Carnavalesca de Maceió, que orgulhosamente integramos, também contamos com este grande apoio?, conta Ronaldo de Andrade. Somente para o bloco realizar o evento de forma bem racional, o Filhinhos da Mamãe necessita de R$ 15 mil a R$ 20 mil. Este ano, para colocar o bloco na rua, Ronaldo relatou que enfrentou dificuldades financeiras e teve que contar com o apoio dos foliões.