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REGISTRO DE ARMAS SOBE 17,44%

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O aumento da violência em Alagoas no ano passado, confirmado em balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), talvez seja o fator que justifique que cada mais pessoas tenham posse de armas de fogo. Entre 2015 e 2016, a Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) registrou crescimento de 17,44% nas concessões de registros de armamento no Estado. A quantidade de requerimentos de porte de arma, quando o indivíduo pede autorização para transitar com o instrumento, não é divulgada por questões de segurança. Até dezembro último, haviam sido registradas 3.413 armas de fogo em Alagoas. Ao fim do ano anterior, este número era de 2.818, sendo uma diferença de 595 pedidos de um ano para o outro. No território brasileiro, conforme é estabelecido no Estatuto do Desarmamento, o cidadão não deve andar armado, ao menos que solicite um porte à Polícia Federal com as devidas justificativas. PRÉ-REQUISITOS Manter uma arma em casa ou no estabelecimento comercial também pode ser autorizado pela PF, seguindo requisitos pré-estabelecidos. De acordo com o superintendente da PF em Alagoas, delegado Bernardo Gonçalves Torres, há possibilidade de até mais de um registro de arma de fogo por pessoa. Para requerê-lo, o indivíduo não pode ter antecedentes criminais e deve ter uma ocupação lícita. Precisa, ainda, pagar R$ 92 pela guia de solicitação. Os maiores pedidos de registros são para revólveres do calibre 38. Caso seja concedido, ele terá validade de três anos. Portanto, deve ser renovado. Quanto ao porte, conforme explica o delegado federal, as estatísticas não são divulgadas. De acordo com o Instituto Defesa, em 2013, para cada 100 mil habitantes, 1,52 alagoanos andavam armados.

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