Cidades
Profissionais que enfrentam risco solicitam porte � Pol�cia Federal
Se, no geral, o número de pedidos de porte de arma tem se mantido sem alteração, a PF em Alagoas registra um aumento das solicitações feitas por agentes de trânsito. Eles estão recorrendo à Polícia Federal com o intuito de solicitar o porte e alegam constantes ameaças e violência sofridas enquanto atuam na fiscalização do dia a dia. O presidente do Sindicato dos Agentes de Fiscalização de Trânsito de Alagoas, José Glauco Oliveira, confirma que vem percebendo um crescimento no número de agressões e tentativas físicas e verbais contra os servidores, praticados por condutores insatisfeitos com o trabalho de fiscalização. A entidade, segundo ele, não tem dados precisos do quantitativo de pedidos de porte de arma pelos agentes. ?Temos alguns projetos de leis federais que garantem o porte de arma aos agentes de trânsito no exercício da fiscalização e que tramitam no Congresso Nacional. De uma forma individual, podem estar acontecendo de alguns agentes procurarem a Polícia Federal com a intenção de solicitar o porte de arma por causa das agressões que sofrem. Acredito, assim como os colegas, que a arma de fogo intimida um pouco ao agressor?, avalia. Glauco Oliveira revela que fez pedido à Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) para que fossem fornecidos equipamentos de menor potencial ofensivo, como colete à prova de balas, spray de pimenta e armas de choque, para serem usados numa eventual defesa.