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HU pode suspender atendimento

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Uma audiência na Procuradoria Regional do Trabalho, hoje, às 14h30, entre o procurador Alpiniano Prado, o reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Rogério Pinheiro, e o médico João Macário, vai definir se o Hospital Universitário (HU) fecha suas portas por falta de funcionários. É que hoje vence o prazo dado pela PRT para que a Ufal e o HU regularizem a situação funcional de seus servidores, extinguindo a classe dos prestadores de serviço. Como a maior parte dos funcionários do hospital é contratada nesta condição, se o prazo não for prorrogado, eles terão de ser afastados. A Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC) já aprovou a criação de novas 75 vagas, além das 69 oferecidas no concurso público já realizado pelo Hospital Universitário. ?Mas falta a autorização para a realização do concurso?, explica o diretor-geral do HU, João Macário. Ele revela que todas as providências adotadas pela Ufal e HU para atender à determinação da Procuradoria do Trabalho foram comunicadas ao procurador Alpiniano Prado. Os aprovados no concurso realizado, em setembro de 2002, já foram nomeados. Se forem autorizadas as 75 novas vagas, o HU vai convocar os demais aprovados, ou seja, a contratação será imediata. Ao todo, o HU deve criar 233 novas vagas. Mas o diretor João Macário revela uma preocupação. Todas as vagas foram para atividades fim, ou seja, para a área de assistência médico-hospitalar. Entretanto, o HU, uma referência em Saúde Pública no Estado, carece de pessoal para setores administrativos (almoxarifado, administração, lavanderia, faturamento, compra, admissão e alta etc.). Para essas funções, o HU continua utilizando prestadores de serviço.

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