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Macei� � 21� no ranking nacional de ciclofaixas

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Maceió aparece em 21° lugar entre as capitais quando o assunto é malha cicloviária, com apenas 40km de vias destinadas à circulação de bicicletas. Segundo levantamento nacional do Portal G1, apenas 1,4% da malha viária total é destinada aos ciclistas. Na opinião da Associação Alagoana de Ciclismo (AAC), a situação da cidade é frustrante. ?Decepção total com a malha cicloviária de Maceió, em comparação com as outras cidades. Precisávamos de aproximadamente 400km de ciclovias para atender à nossa população?, afirma o conselheiro administrativo da ACC, Antônio Facchinetti. A pesquisa realizada com 26 prefeituras das capitais e o governo do Distrito Federal mostrou, no entanto, que a malha cicloviária dobrou em três anos. Levando em consideração esse crescimento, Maceió está na posição 15 com 42,1km, atrás de outras capitais do Nordeste como Fortaleza, que tem 204,6km, Salvador (145,1 km) e Aracaju (67 km). Ao todo, existem 3.009km de vias para os ciclistas no país. Há três anos, esse número era de 1.414km. ?O ideal é que existam 100km para cada 300 mil habitantes. Podemos dizer que praticamente não temos nenhuma infraestrutura. E há faixas que ligam nada a lugar nenhum. O gasto é mínimo para implantar ciclofaixas?, diz. A falta de malhas cicloviárias na cidade deixa à mostra outro problema: a insegurança no trânsito para os ciclistas. Segundo Antônio Facchinetti, em 2016, três ?bikes fantasmas? foram instaladas na cidade para sinalizar a morte de três ciclistas. ?Ainda estamos em fevereiro e acho que já tivemos 6 ciclistas mortos este ano. O Código de Trânsito diz que primeiro vem o pedestre e depois os ciclistas, que são os mais vulneráveis?, reforça. Para a representante da Associação de Ciclistas Urbanos de Maceió (Ciclomobilidade), Juliana Agra, as novas vias de Maceió recebem as ciclovias e ciclofaixas, mas apenas por uma determinação da Política de Mobilidade Urbana, e que, mesmo assim, não solucionam as demandas dos ciclistas. ?Não conecta a gente aos lugares que precisamos, por exemplo. Não existe uma ciclofaixa que ligue um bairro populoso como o Benedito Bentes à parte baixa da cidade?, reclama. Na visão de Juliana, é inviável colocar os ciclistas para compartilhar a Faixa Azul ao longo das Avenidas Durval de Góes Monteiro e Fernandes Lima. ?Acho que poderia ser feito alguma coisa desde já. * Sob supervisão da editoria de Cidades

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