Cidades
For�a-tarefa volta a combater Aedes
Este ano, a dengue foi responsável por 127 casos em Alagoas. Os números têm caído, mas as ações devem continuar firmes para evitar a proliferação do Aedes aegypti, causador também da zika e febre chikungunya. Reduzir os criadouros é uma das medidas para tentar controlar o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) revelam que, em 2016 (janeiro e fevereiro), no mesmo período, foram mais de 4 mil notificações da dengue. ?Não basta apenas baixarmos os números de doenças transmitidas pelo mosquito. Temos de mostrar para a sociedade que devemos continuar firmes nesse combate, que é o nosso principal objetivo?, afirma o coordenador estadual de Defesa Civil, major Moisés Melo. Uma força-tarefa envolvendo órgãos públicos, como o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Tribunal de Justiça, Exército e secretarias estaduais ? que envolve cerca de 200 pessoas ? tem como alvo o recolhimento de pneus. ?O recolhimento de pneus é uma grande ação de saúde pública, ação educativa e ambiental?, afirma Moisés Melo. ?O mosquito é ainda uma realidade e, mesmo tendo reduzido os casos de dengue, devemos continuar firme nessa luta com a sociedade fazendo a sua parte, para que possamos ter cada vez mais os índices controlados. Todos num só objetivo de deixar o Estado protegido?. Ainda de acordo com informações da Sesau, foram 225 casos de zika entre janeiro e fevereiro de 2016 e oito este ano. Já a chikungunya atingiu quase mil vítimas ano passado e em 2017 foram sete registros da doença. Em relação à microcefalia, provocada pela zika, de novembro de 2015 a fevereiro de 2017 foram notificados 376 casos em Alagoas, em investigação estão 51, confirmados 90 e descartados 235.