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Crescem casos de HIV e Aids em Macei�

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Nem acabou o trimestre, mas já é possível constatar que os casos de HIV e Aids em adultos, notificados pelo município de Maceió, registram um aumento em comparação ao mesmo período do ano passado. O levantamento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e que foi obtido pela Gazeta de Alagoas revela que, até o dia 6 de março de 2017, foram 53 registros de soropositivos e mais 18 de constatações do vírus manifestado em doença (Aids). Em 2016, foram 20 infecções de HIV e quatro da enfermidade. Este ano, conforme a SMS, dos 53 casos de HIV constatados, 36 eram do sexo masculino e 17, do feminino. Das notificações de Aids, 13 eram homens e cinco, mulheres. Levando--se em consideração que o levantamento parcial compreendeu, apenas, a primeira semana de março, a tendência é que o quantitativo seja ainda maior. A maior parte desses registros apareceu depois que pessoas procuraram as unidades de saúde credenciadas ou participaram de mutirões de saúde em diversos bairros para fazer o teste rápido que detecta, entre outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), a presença do HIV no organismo. Até o dia 6 de março de 2017, de acordo com a Secretaria de Saúde, foram feitos 225 procedimentos nos postos ou nessas ações itinerantes para detecção do vírus. Nesse período, também foram realizados 140 testes de fluido oral, que é mais simples e faz a coleta de saliva da bochecha, por exemplo. Por meio dele, também é possível saber se há presença do HIV. A direção do Bloco I, do PAM Salgadinho, um dos locais onde o teste rápido é feito, representada pela coordenadora Mardjane Lemos Nunes, informou que uma média de 40 exames assim são feitos diariamente no posto, sendo a metade pela manhã e a outra no horário da tarde. No PAM, o atendimento aos usuários é feito nos dois horários, e de segunda a sexta-feira. Dois serviços são oferecidos aos pacientes no Bloco I: o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), onde as pessoas fazem o teste de HIV, sífilis, hepatite B e C, e o SAE (para onde as pessoas com diagnóstico positivo dos vírus são encaminhadas). Os usuários que se dirigem ao PAM e pedem o teste de HIV são levados para o centro e, de forma sigilosa, conversam com os profissionais antes e depois de receber os resultados.

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