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Minist�rio da Sa�de possui guia para lidar com casos

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Após a ampla repercussão da morte desse primata, a Gazeta de Alagoas manteve contato com o Ministério da Saúde para buscar esclarecimentos acerca dos procedimentos a serem adotados a partir das notificações de casos de febre amarela. Em resposta, o núcleo de comunicação do órgão citou a epizootia, que é a ação desenvolvida para definir doenças que atacam animais. A partir da morte do primata, em Maceió, a estratégia foi adotada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) como sendo uma medida de praxe. De acordo com a nota enviada, o ministério explica que a notificação de epizootias ocorre durante o ano todo, em grande quantidade, sendo que a grande maioria é descartada para febre amarela. Esclarece, no entanto, que epizootias em primatas não humanos são frequentes no Brasil e acontecem por diversas outras causas, como leptospirose, raiva, herpesvírus, entre outros. ?Outros incidentes relacionados a óbitos de primatas não humanos são relatados, principalmente, em áreas próximas a centros urbanos, como é o caso de choque na rede elétrica e atropelamentos?, detalha o material encaminhado pelo órgão ministerial. O Ministério da Saúde informa que publicou recentemente um Guia de Vigilância de Epizootias em Primatas Não Humanos e Entomologia Aplicada à Vigilância da Febre Amarela, que apresenta as novas recomendações técnicas para o desenvolvimento, a estruturação e a consolidação da vigilância de epizootias em primatas não humanos como alerta para o risco de ocorrência de febre amarela silvestre.

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