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CERCADOS DE CARINHO E ATEN��O

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Na linguagem popular (e do amor), o parto humanizado significa troca de afeto entre a gestante e o filho, que está prestes a nascer, onde o protagonismo é o sentir as emoções e não o bisturi. Ou seja, conforme dita a humanização, tão importante quanto os procedimentos médicos são a atenção e o cuidado com o momento em que mãe, filho e também os familiares/amigos, que acompanham a ocasião, estão vivendo. A ginecologista e obstetra Jackeline Caldas, da Maternidade Nossa Senhora da Guia, que é referência em parto humanizado, diz que uma das principais características dessa modalidade é que não são necessárias intervenções durante o processo de parto, como a indução, uso de anestesia, raspagem dos pelos pubianos, corte do períneo, entre outros procedimentos cirúrgicos utilizados em cesarianas. ?Após chegar ao quarto, a gestante faz inúmeros exercícios, como sentar na bola e caminhar, para que haja a evolução do trabalho de parto fisiológico sem a episiotomia, sem que ninguém force ou, como dizem as antigas parteiras, sente em cima da gestante. E o mais importante, com o apoio do acompanhante e a ajuda da equipe médica. Em resumo, a gestante é acompanhada desde o início do internamento?, diz. Em alguns trabalhos de parto, a mulher pode chegar a passar 12 horas em processo de contrações auxiliados com a prática de exercícios orientados por uma fisioterapeuta, com música ambiente e em um local com luz neutra, entre outras ações que servem para relaxar e dar continuidade ao processo natural da vida, que é o nascimento.

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