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SERVIDORES S�O ALVOS DE AMEA�AS E ASSALTOS

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As deficiências no setor da saúde pública, desde a demora para atendimento ou a falta de medicamentos, aliadas à violência urbana, têm levado à insegurança e a um crescente número de casos envolvendo ameaças, assaltos e roubos contra trabalhadores nos postos e serviços da área, em Maceió. Audiência pública na Câmara de Vereadores, boletins de ocorrência em delegacias, formação de uma ronda motorizada com guardas municipais estão entre a medidas adotadas para conter o problema, mas a situação permanece preocupante. Para o presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde de Maceió, Alessandro Fernandes, está havendo um desmonte da saúde pública, mas representantes da prefeitura do município, asseguraram que várias medidas estão sendo tomadas e destacam que a questão da segurança pública ?foge da alçada? da área da saúde e que ações violentas por parte de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de cidadãos que cometem crimes contra postos de saúde vão além do que propriamente manter o atendimento da melhor forma possível, conforme considera a diretora do PAM Salgadinho, Alba Valéria de Oliveira. Para tentar conter o avanço da violência no setor, a Câmara Municipal de Maceió realizou audiência pública no último dia 7 de abril, a pedido do sindicato dos servidores. Entre as medidas solicitadas na ocasião, está a ampliação e colocação de guardas civis municipais em todos os postos e locais de atendimento da saúde na capital. Por outro lado, a manutenção dos serviços de saúde com qualidade para a população, o que inclui reduzir o tempo de atendimento para consultas e exames, principal reclamação dos usuários e a falta de medicamentos destinados aos pacientes, ainda estão entre as solicitações, também discutidas pelo Conselho Municipal de Saúde.

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