loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Centrais prometem parada total

Ouvir
Compartilhar

O dia, hoje, deve ser de paralisação em praticamente todos os setores produtivos com a greve geral anunciada pelas principais centrais sindicais do País. A estimativa da Central Única dos Trabalhadores (CUT) é de que mais de 150 diferentes sindicatos participem da mobilização em Alagoas, além de movimentos sociais. Em Maceió, o comércio deve funcionar em horário normal, mas os ônibus param de circular às 4h da madrugada. Os bancos fecham as portas na capital e em cidades do interior, a exemplo de Arapiraca. Escolas públicas e privadas estão com aulas suspensas em várias cidades do Estado. A mobilização é contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo federal. O governador do Estado, Renan Filho (PMDB), reconheceu o direito à livre manifestação por parte dos trabalhadores, mas disse contar com o bom senso de todos os servidores, para que a máquina não pare, já que a rede pública de saúde e educação, além das secretarias de Estado, precisam atender à população, mas as categorias dos professores e dos policiais civis confirmaram paralisação de 24 horas. Em Maceió, a prefeitura do município reconheceu, em nota, o direito à livre manifestação, mas informou, via Secretaria de Comunicação (Secom), que os serviços públicos devem funcionar normalmente, diferentemente do posicionamento adotado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) e do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social (Sindprev), que confirmaram a greve geral. Somente essas duas entidades, juntas, reúnem aproximadamente 60 mil trabalhadores em Alagoas ? na educação, se contar apenas os professores. Embora o município assegure a manutenção dos serviços, a própria Secom confirmou a suspensão da campanha de vacinação contra a gripe influenza, hoje, em todas as unidades de saúde da capital. A vice-presidente do Sinteal, Célia Capristano, afirmou que as aulas devem ser suspensas em todas as escolas públicas e que a categoria não vai ?baixar a cabeça? na luta contra as reformas da Previdência e trabalhista. Preocupado com a segurança dos funcionários e alunos das escolas, o Sindicato das Escolas Particulares estima que 400 escolas devem fechar as portas nesta sexta-feira, na capital e no interior. As aulas somente devem ser retomadas na terça-feira da próxima semana, já que é feriado na segunda-feira, dia 1º de maio.

Relacionadas