loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Museu de Hist�ria Natural faz 27 anos

Ouvir
Compartilhar

Neste domingo, 7, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) completa 27 anos. Em cinco, dos 27 anos de funcionamento, o MHN não recebeu visitação devido às condições ?delicadas?? de sua antiga sede, no bairro do Farol. Há cerca de um ano, o museu se mudou para a antiga Faculdade de Medicina, na Praça da Faculdade, no bairro do Prado e, em um espaço mais amplo, voltou a realizar exposições. ?Nesse tempo que voltamos a receber visitantes em nossa nova instalação, atingimos o número de cerca de 3.000 visitações. Particularmente, fico satisfeito com este número. E espero que ele cresça ainda mais?, afirma o diretor do museu, Jorge Luiz Lopes. Ele conta, orgulhoso, que o acervo do MHN é o maior e mais completo de Alagoas. Segundo o diretor, o setor de Paleontologia comporta mais de 10 mil espécies de fosseis e o setor de Herpetologia, dedicado aos répteis, tem mais de 25 mil espécies na coleção. Das peças que pertencem à instituição, cerca de 90% são de Alagoas. ?Nós possuímos setores que estão entre os mais ricos do Nordeste. Levando como exemplo o de Herpetologia e a Paleontologia. O primeiro possui, hoje, 90% de espécies nordestinas e os outros 10% exclusivamente de Alagoas. Já o segundo, possui cerca de 80% de espécies alagoanas e os outros 20% são do Nordeste?, afirma. Com isso, Jorge destaca que a principal função do MHN é preservar a memória da geodiversidade e a biodiversidade do Estado. Jorge Luiz lembra que as instalações do antigo prédio renderam momentos críticos pois, à medida em que os estudos avançavam, novos setores eram criados, novos funcionários teriam que ser contratados e o lugar não possuía espaço para comportar a demanda. ?Houve vezes que nós não podíamos realizar aulas de campo ou recuperar fósseis porque não tínhamos espaço para guardá-los. Isso prejudicava o nosso trabalho?, revela. Por volta de 2012, a direção, juntamente com os funcionários do museu, decidiu lutar por uma nova sede. Em 2015, o novo espaço começou a ser reformado e, em 2016, o MHN se mudou para as dependências do prédio voltado as ciências biológicas da Ufal, na Praça da Faculdade. *Sob supervisão de editoria de Cidades

Relacionadas