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AL registra redu��o de s�filis cong�nita

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O número de casos de sífilis está aumentando em todo País, inclusive em Alagoas. O crescimento dos índices da doença preocupa especialistas, que fazem um alerta: a sífilis mata e incapacita. O próprio Ministério da Saúde já emitiu nota reconhecendo que o País vive uma epidemia. A causa, explica o infectologista alagoano Fernando Maia, está nas relações sexuais sem uso de preservativo, a popular camisinha, e na diversidade de parceiros. Porém, na contramão do MS e dos médicos que estão na ponta da assistência, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informa que Alagoas teve redução dos registros de sífilis congênita (transmissão da doença de mãe para filho). Segundo a Sesau, ?Alagoas vem apresentando uma queda nos números de casos de sífilis congênita?. Os dados da Sesau mostram que no 1º quadrimestre de 2017 foram notificados 92 casos. Número que, na comparação com o mesmo período do ano passado, confirma redução nas notificações. No 1º quadrimestre de 2016, a Sesau notificou 113 casos de sífilis. Em todo o ano de 2016, foram 299 notificações. A Sesau informa que a redução dos casos de sífilis congênita se deve a duas estratégias adotadas em Alagoas: a distribuição da penicilina benzatina (antibiótico que trata a gestante e a criança simultaneamente) e a ampliação da oferta de testes rápido de sífilis, que aumentou 20% em relação ao ano de 2015. Esses dois fatores ? disse a Sesau ? ?são extremamente relevantes para a redução dos casos de sífilis congênita e permanecerá como estratégia para o ano de 2017, bem como o monitoramento dos municípios?.

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