Cidades
Servidores cobram lugar para trabalhar
Uma mobilização cobrou melhores condições de trabalho para os servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). Após a interdição do prédio em que funcionava o órgão federal, no centro de Maceió, onde trabalhavam mais de 80 pessoas, serviços foram suspensos. A expectativa é por uma decisão vinda de Brasília para que seja autorizado o aluguel de outro imóvel. O superintendente da SRTE em Alagoas, Israel Lessa, esclarece que um processo está em análise no Ministério do Trabalho desde janeiro deste ano. Para tentar resolver a pendência que se arrasta há meses, aguarda um apoio da bancada federal alagoana. ?Eu ontem informei ao Ronaldo Lessa (deputado federal), e a bancada federal vai se reunir hoje em Brasília para ver a questão desse aluguel?, afirma. ?Já tem processo de aluguel do prédio onde funcionava uma faculdade, em frente à Receita Federal, em Jaraguá. Desde janeiro que o processo está pronto nas mãos do secretário-executivo do Ministério do Trabalho. A competência para autorizar a locação é de Brasília, e não nossa?, disse Israel Lessa. Enquanto a situação em Brasília não é resolvida, o superintendente tenta espaço em outros órgãos para abrigar funcionários e atender à população que precisa dos serviços prestados pela SRTE, como a emissão da carteira de trabalho e procedimento para acesso ao seguro-desemprego. ?O que a gente está tentando junto a órgãos parceiros é a liberação de alguns espaços para que a gente possa fazer um atendimento provisório para aquelas pessoas que precisam dos nossos serviços, que estão suspensos desde a interdição do prédio. Procuramos a Federação do Comércio, a Federação da Indústria, o governo do Estado, a Prefeitura de Maceió e órgãos federais. Primeiro estamos aguardando Brasília definir se foi autorizado (o aluguel) ou não e aguardando os órgãos se tem espaço para instalar pessoal e atender à população, provisoriamente?, disse o superintendente.