Cidades
3.802 crian�as s�o atendidas no HGE
De acordo com dados divulgados pelo Hospital Geral do Estado Prof. Osvaldo Brandão Vilela (HGE), até o mês de junho deste ano, 3.802 crianças de 0 a 14 anos deram entrada no hospital em decorrência de acidentes domésticos. Destas, 110 vítimas de intoxicação e 9 picadas por algum animal peçonhento. O pediatra Cláudio Soriano, membro da ONG Criança Segura, alerta que as principais causas de morte das crianças são o trânsito, afogamento e engasgamento. ?Hoje em dia, num quadro geral, as seis principais causas de mortes das crianças são o trânsito, afogamento, engasgamento, queimadura, quedas e envenenamento. No trânsito ainda há o problema das crianças menores não serem transportadas com cadeirinhas ou sem cinto de segurança. As motocicletas se tornaram um veículo popular e muitos adultos carregam crianças sem a menor segurança. E, além dessas questões, ainda são contabilizados os casos de crianças atropeladas?, explica o médico pediatra Dr. Cláudio Soriano, representante estadual da ONG Criança Segura. O médico ainda enfatiza que crianças não devem ser transportadas em motocicletas devido ao baixo nível de segurança que esses veículos oferecem a elas. Quando se trata de afogamentos, Cláudio alerta que cada minuto é importante para salvar a vida da criança e que, além da atenção redobrada que os pais e responsáveis devem ter para evitar acidentes, também é necessário conhecer mais sobre os primeiros socorros. ?O afogamento é um acidente silencioso e isso é de grande perigo. Geralmente, se a criança desmaia, em 2 minutos o coração dela diminui os batimentos, em 4 minutos existe o risco do coração parar. Então, os 5 minutos após o afogamento são muito valiosos. Se ocorre a parada respiratória, há 90% de chance da criança morrer. Por isso há a necessidade da realização de massagem cardíaca?, afirma. *Sob supervisão da editoria de Cidades