Cidades
Procon e sindicato discutem pre�os
Durante reunião com o Procon Alagoas, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Alagoas (Sindicombustíveis) afirmou que não controla os preços nos postos, alegando que isso não é responsabilidade da entidade. O encontro aconteceu ontem, no Palácio República dos Palmares, localizado no Centro de Maceió. Segundo James Thorp Neto, presidente do Sindicombustíveis, a entidade sindical não pode opinar sobre os valores cobrados. Mas, como empresário do ramo, disse que pode defender a livre concorrência. ?O que faz o preço subir ou baixar pode ter uma série de explicações variáveis, como a tributação, o volume do combustível, e a concorrência. Porém, a cobrança e o pré-julgamento sempre recaem para os postos, mas as distribuidoras vendem o produto pelos preços que querem, tendo disparidade no preço de compra?, disse James Thorp Neto. Para Thorp, a baixa no valor é justificável. ?Se o posto vizinho ao meu cobra um valor mais baixo ou eu baixo também ou perco clientes. É a livre concorrência que justifica a competição em vender. É algo comum no nosso ramo?, disse James Neto. O superintendente do Procon, João Anízio Neto, que coordenou o encontro, disse que a reunião foi convocada porque existe uma oscilação nos preços no mercado alagoano e também porque o Estado possui um dos combustíveis mais caros do País. No interior, por exemplo, a gasolina pode ser encontrada com uma variação de R$ 3,09 a 3,85, a depender da cidade.