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Defensor visita Santa M�nica e HGE

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O defensor público Djalma Mascarenhas inspecionou, ontem, as instalações da Maternidade Escola Santa Mônica, localizada no bairro do Poço, e da ala pediátrica do Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche da Barra, em Maceió. Ele foi averiguar se os reparos solicitados pela Defensoria Pública ao Estado foram realizados. A visita foi acompanhada pelo Conselho Estadual de Saúde (CES). Na Santa Mônica, Mascarenhas constatou que cinco incubadoras estão quebradas, enquanto outras duas serão encaminhadas para manutenção. A direção da unidade também se queixa de problemas enfrentados durante os frequentes episódios de superlotação. Mesmo com os problemas, as providências já adotadas foram consideradas satisfatórias pelo defensor. ?Mesmo tendo chovido nos últimos dias, percebemos que não há sinais de infiltração. A UCI [Unidade de Cuidados Intermediários] Neonatal está pronta e deve entrar em funcionamento nos próximos dias. Constatamos que é um cenário bastante promissor?, disse. Ainda segundo Djalma Mascarenhas, a Defensoria irá se reunir novamente com o Conselho de Saúde para analisar qual procedimento a ser adotado, já que a UCI será finalmente entregue, após dois anos da inauguração, pelo governador Renan Filho (PMDB), da ?Nova Santa Mônica?. ?A UCI está pronta e o governo já anunciou a contratação da reserva técnica do concurso da Uncisal [Universidade Estadual de Ciências da Saúde]. Os reparos estruturais que solicitamos foram realizados. Restam apenas alguns detalhes, como a desinfecção do novo espaço?, completou o defensor. Porém, a direção da Santa Mônica alegou que o atendimento não está normalizado. ?Ainda temos problemas com abastecimento, temos ocorrências de superlotação. E fico preocupada no período de chuvas devido às goteiras. Mas estamos prosseguindo e tentando melhorar as condições estruturais?, afirmou a diretora, Rita Lessa. Já o presidente do Conselho Estadual de Saúde, Jezonias da Silva, afirmou torcer para que a unidade destinada a gestantes de alto risco funcione bem. ?Esta é a nossa primeira visita após catástrofe registrada por ocasião das fortes chuvas. Digo catástrofe porque a pediatria do pronto-socorro [HGE] sofreu grandemente, já que seu fechamento colocou as crianças numa situação de risco. No caso da Santa Mônica, há uma ala que deveria estar em funcionamento, mas que também precisou ser interditada. Se estivesse aberta, também teria colocado a vida de crianças em risco?, comentou.

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