Cidades
AL tem mais de 77 mil universitários
O Instituto Nacional de Estudos e Estatísticas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, ontem, o Censo da Educação Superior de 2016, que aponta que 34.366 cursos de graduação foram ofertados em 2.407 instituições de educação superior (IES) nesse ano em questão, que contou com 8.052.254 estudantes matriculados. O censo aponta que, em Alagoas, o número de matrículas presenciais chegou a 77.738 no ano passado ? que deixou o Estado na 7ª colocação entre os que têm menor número de alunos no ensino superior. De acordo com os dados oficiais disponibilizados pelo Inep, do total de alunos de Alagoas, 31.354 estavam matriculados em instituições públicas de ensino superior ? entre federais, estaduais e municipais. Já a iniciativa privada contava com um número bem maior de estudantes, totalizando 46.384. Com esse quantitativo, Alagoas ocupou a 7ª colocação entre os estados com menor número de estudantes matriculados no ensino superior, ficando à frente somente de Roraima (19.839), Acre (26.404), Amapá (35.759), Rondônia (49.123), Tocantins (52.751) e Sergipe (72.014). Em 2016, o Nordeste tinha 1.444.368 alunos matriculados no ensino superior, sendo que 546.473 estudavam em instituições públicas e outros 897.895 em unidades privadas de ensino. DADOS GERAIS De acordo com as estatísticas apresentadas, as 197 universidades existentes no País equivalem a 8,2% do total de IES, mas concentram 53,7% das matrículas em cursos de graduação. No ano passado, o número de matrículas na educação superior (graduação e sequencial) continuou crescendo, mas essa tendência desacelerou quando comparada aos últimos anos. Entre 2006 e 2016, houve aumento de 62,8%, com uma média anual de 5% de crescimento. Porém, em relação a 2015, a variação positiva foi de apenas 0,2%. Os cursos de bacharelado mantiveram a predominância na educação superior brasileira, com uma participação de 69% das matrículas. Já os cursos de licenciatura tiveram o maior crescimento (3,3%) entre os graus acadêmicos em 2016, quando comparado a 2015.