Cidades
CADEIA DO SURURU É A MAIOR ESPERANÇA
Além da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió, outros órgãos da prefeitura, como as secretarias municipais do Trabalho, Emprego e Renda (Semtabes), a de Governo e a de Turismo trabalham com projetos para buscar recursos visando reordenar a região e amenizar o drama social das famílias que ocupam as favelas em condições subumanas. O primeiro projeto desenvolvido com a cadeia do sururu será financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. O BID vai repassar à Prefeitura de Maceió US$ 1,2 milhão (R$ 3,7 milhões) ? o município investirá o mesmo valor como contrapartida. O dinheiro vem a fundo perdido para ser aplicado no programa Maceió mais Inclusiva. O BID investe em programas sustentáveis de combate à miséria nas Américas Latina e Central, e aproveita a vocação da cadeia de trabalho para preservação do meio ambiente. O dinheiro do BID será gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Sustentabilidade (IBDS), que já faz o estudo da viabilidade econômica. Quatro secretarias municipais vão trabalhar em conjunto com técnicos nacionais e estrangeiros do instituto. O programa começa a partir de janeiro de 2018 e acontece num período de três anos e meio. Segundo o superintendente da Slum, Davi Maia, os recursos já estão assegurados. A contrapartida do município inclui, também, serviços da prefeitura para a melhoria da qualidade de vida na região, como a da limpeza urbana que está ocorrendo.