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Traição e bebida explicam a facada diante dos filhos

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Amaro José da Silva está preso desde 2011. Ele foi julgado em 2015 e condenado a mais de 14 anos pelo assassinato da própria esposa. Trabalhava como cortador de cana no interior de Alagoas e nunca teve envolvimento com crimes e, pelo bom comportamento, hoje, trabalha no Presídio Cyridião Durval, realizando serviços no jardim da unidade. Amaro matou a esposa com quem vivia há oito anos no dia 13 de agosto de 2011, um sábado. Ele tinha ido trabalhar no início da manhã e voltou para casa às 13h. Edvânia da Silva Oliveira tinha 25 anos e teve três filhos com o ex-cortador de cana: um garoto e duas meninas, gêmeas. ?Quando cheguei em casa tomei banho, almocei e saí para jogar bola com os amigos. Quando foi oito da noite eu voltei. Em casa o som estava alto, os meninos estavam na sala brincando e a porta do quarto fechada. Perguntei por ela e meu filho disse que ela estava no quarto?, conta o assassino confesso. Ele disse que achou estranho e quando entrou no quarto encontrou Edvânia com outro homem, um conhecido. Os três filhos ? um menino de 7 anos e as gêmeas de cinco ? viram a mãe agonizando. ?Ela tava com um colega de serviço, um conhecido meu, que também trabalhava na usina. Naquele dia eu tinha tomado um litro de vodca?. Perguntamos o que passou pela cabeça naquele momento. ?Fiquei sem saber o que fazer, nunca pensei de acontecer aquilo. Nunca esperava dela fazer isso comigo, não. Fiquei conversando com ela e com o cara e ele disse que foi ela que chamou para ele ir pra minha casa. Ela não respeitou ninguém, nem eu e nem os filhos. Foi quando eu parti para cima?.

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