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Concursados v�o � Justi�a garantir nomea��es

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FÁBIA ASSUMPÇÃO Os concursados da Guarda Municipal, Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum) e Secretaria Municipal de Educação (Semed) decidiram entrar com uma ação na Justiça, para obrigar a Prefeitura de Maceió a nomeá-los, obedecendo o limite de vagas estabelecido pelo edital dos concursos para esses órgãos. Ontem de manhã, eles se reuniram com as advogadas Lara Gameleira e Vanuce de Paula, na sede do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol) para definir o encaminhamento da ação na Justiça. Segundo a comissão dos concursados, a prefeitura já prorrogou o prazo de validade dos concursos da Guarda Municipal e da Slum, até 2004. O da Semed perde a validade em maio deste ano, caso também não seja prorrogado por mais dois anos. Os concursados reivindicam, no entanto, que todos os aprovados sejam convocados de acordo com o número de vagas definido no edital do concurso. Eles reclamam que a Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) obrigou a realização do concurso público para substituição dos prestadores de serviço nesses órgãos. Só que, até agora, muitos desses serviços prestados continuam sendo mantidos e os concursados não foram chamados para ocupar as vagas. Números Na Guarda Municipal, por exemplo, das 211 vagas para guarda só foram preenchidas até agora 126; para inspetor, das 65 vagas oferecidas, apenas um concursado foi chamado; e para subinspetor, das 80 vagas, também apenas uma foi preenchida. A comissão denuncia, ainda, que a prefeitura vem terceirizando os serviços de vigilância em alguns postos de saúde e escolas, com uso de segurança eletrônica, ao invés de convocar os concursados para reforçar os quadros da guarda. O mesmo acontece em relação ao serviço de limpeza urbana, que vem sendo feita por empresas terceirizadas.

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