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Mortes por afogamento já chegam a 14 este mês

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Outubro ainda não chegou ao fim, mas já registra recorde de 14 mortes por afogamento em 2017, o que corresponde a 75% do total de 33 pessoas que se afogaram em praias, piscinas, açudes e barreiros da região sertaneja, segundo apurou a reportagem da Gazeta de Alagoas junto ao Grupamento de Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros de Alagoas. Para o major Bruno Vieira, comandante do Grupamento de Salvamento Aquático, corporação responsável pela assistência a banhistas na região metropolitana da capital, a chegada do verão serve de ?combustível? para que se procure diversão em praias, rios, açudes e barreiros, geralmente sem que haja a devida precaução contra acidentes aquáticos. ?Alguns morreram onde já tinham tomado banho porque não se preocuparam com a alteração do ambiente que gerou quantidade ainda maior de água acumulada?, diz o oficial, segundo o qual, outros dois fatores explicariam tamanha quantidade de acidentes e de mortes em menos de um mês: inobservância da profundidade do local de banho e estado de embriaguez. ?Água até a altura do umbigo é o indicado para quem não quer correr riscos. Jamais entrar em ambiente aquático após a ingestão de bebida alcoólica. São duas orientações básicas que devem ser observadas por adultos e crianças?, aconselha o militar. Como forma de se evitar acidentes como o que vitimou uma criança, morta numa piscina de ambiente privado, pais devem prestar muita atenção à movimentação dos pequeninos. ?Pais não podem perder o contato visual com seus filhos em ambientes aquáticos?.

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