Cidades
Downs querem maior inserção
Das mais de 4.300 pessoas com Síndrome de Down residentes em Alagoas, apenas três estão no mercado de trabalho formal. Conscientizar o empresariado local para o potencial desse público, revertendo essa triste realidade, é um dos objetivos do VIII Congresso Brasileiro de Síndrome de Down, que começou ontem à tarde, no Centro de Convenções de Maceió. Unindo gente de todo o Brasil, o evento discute temas como Saúde, Educação, Produção de Conhecimento e Oportunidades. ?A gente precisa mudar a realidade desse público, criando oportunidades de inclusão social. Felizmente, eles não vivem mais em guetos e já são aceitos nas escolas tradicionais. Um dos grandes desafios, no entanto, é criar alternativas de inserção no mercado de trabalho. São 4.300 em Alagoas e apenas três têm trabalho formal?, explica Tony Cabral, relações institucionais do Instituto Amor 21, fundado há três anos, com objetivo de garantir maiores e melhores oportunidades para quem tem a síndrome.