Cidades
MPE apura se Débora Isis sofreu abuso sexual
O Ministério Público Estadual (MPE) vai investigar se a jovem Débora Isis Gouveia, de 18 anos, foi vítima de abuso sexual. Dada como morta no último domingo, 12, a família se recusou a sepultá-la por acreditar que ainda estivesse viva três dias após a declaração de óbito. O caso, que ocorreu no início desta semana, em Rio Largo, causou comoção nacional. Ouvido pelo portal Gazetaweb, o promotor de Justiça Magno Alexandre afirmou que hoje deve acessar mais dados da necropsia feita no corpo da jovem, que foi sepultada nessa quarta-feira, 15, em Rio Largo. Ele espera esclarecer alguns pontos. O MPE recebeu informação sobre a suspeita de que Débora teria sido vítima de violência sexual e solicitou as diligências necessárias à Polícia Civil. O promotor explicou já ter reunido informações importantes, apesar de não poder fornecê-las à imprensa, a fim de não prejudicar as investigações. A mãe de Débora Isis, Tereza Cristina, nega que a jovem tenha sido abusada. Segundo ela, a garota sempre estava perto de parentes e amigos que não a colocariam em risco. Além disso, contrariando o resultado preliminar do laudo do IML, Tereza acredita que a jovem faleceu apenas na última terça-feira, 14, e que poderia ter sido vítima de catalepsia. Ela afirma que a filha sempre foi saudável e nunca apresentou problemas cardíacos. Tereza contesta a causa da morte apontada pelo Hospital Vida, onde a jovem estava internada, que atribui a morte dela a uma parada cardíaca. * Sob supervisão da editoria de Cidades