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Acusada de matar o filho tem julgamento remarcado

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O julgamento de Edjane Gomes da Silva, acusada de matar o filho de cinco anos em 2014, que seria realizado ontem, foi remarcado para o dia 1º de dezembro, após duas testemunhas terem faltado à audiência. Caso seja condenada, a ré pode cumprir pena que varia de 12 a 30 anos de prisão em regime fechado, segundo o promotor de Justiça Wesley Fernandes Oliveira. Segundo ele, durante todo o período de investigações e das outras fases do processo, as duas testemunhas imprescindíveis que faltaram ao julgamento da acusada colaboraram para que provas fossem recolhidas sobre o caso. ?É algo estranho, essas testemunhas não terem comparecido. Assim que notamos a falta, as buscas por elas começaram. Elas ainda não foram encontradas, mas uma nova intimação será enviada para que elas possam comparecer à nova data do julgamento?, conta. CONDUÇÃO De acordo com o promotor, há possibilidade das testemunhas serem conduzidas até o júri. Caso não compareçam novamente à nova data do julgamento, elas podem ser penalizadas judicialmente por desobediência. As investigações sobre a morte do filho de Edjane, assassinado no município de Rio Largo, foram concluídas em 2014 e, desde então, a ré aguarda o julgamento em presídio. * Sob supervisão da editoria de Cidades

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