Cidades
Vítima perde o emprego e relata danos psicológicos
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25/11/2017 às 0h00
Após cumprir quinze dias de atestado médico, emitido por uma psiquiatra, quando voltou da lua de mel, o supervisor da empresa chamou Adriana e informou sobre o desligamento. ?Disse que eu era uma excelente funcionária, que em breve eu estaria no mercado de trabalho, e disse que o desligamento aconteceu por causa da redução de funcionários?. Os indiciados pelo assédio continuam trabalhando (a pedido do advogado de Adriana, não divulgaremos os nomes). ?Quando contei para meu marido, o mundo caiu. Até hoje tomo medicação. Não é justo que duas pessoas que cometem um crime continuem trabalhando, e eu, que sou a vítima, estou desempregada?, disse Adriana.