Cidades
Transporte escolar exige cuidado
Os pais que encaminham seus filhos à escola em transporte escolar privado precisam verificar se o carro utilizado para prestação do serviço está registrado na Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT). Se não estiver, é considerado ilegal e pode trazer prejuízos à integridade da garotada. O alerta é do motorista Elias Fernandes, presidente da associação que reúne os empresários do setor. Atualmente, 152 transportadores têm autorização da autarquia municipal para explorar o transporte remunerado de crianças a diversas unidades escolares. Em média, cada motorista transporta até 30 estudantes, considerando os dois turnos de prestação do serviço. ?A gente transporta o bem mais precioso de uma família. A responsabilidade é imensa?, comenta o líder dos transportadores. A servidora pública Ana Paula Teixeira, gerente em uma instituição financeira regional, paga R$ 200 por mês para transporte de seu filho, de seis anos, até a escola. ?Pago somente pelo transporte de um trecho, entre os bairros do Farol e Barro Duro. Minha irmã pega os filhos dela e o meu na escola e eu vo buscá-lo na casa dela?, explicou à Gazeta. ?O serviço é excelente?. Não há valor fixo pelo transporte de estudantes. Cada empreendedor cobra o que quiser. No entanto, a concorrência tem contribuído para deixar o serviço mais acessível. ?Com R$ 300 por mês é possível ter transporte escolar de qualidade e legalizado?, observa Elias, segundo o qual, alguns pais preferem o transporte privado a ter que abastecer o automóvel para levar o filho à escola. ?Pago mensalmente R$ 250 pelo transporte escolar de minha filha, entre os bairros do Feitosa e Farol, onde fica a escola. É mais barato (do que abastecer o veículo e fazer o transporte) e mais cômodo?, observa Anderson Tavares, funcionário público federal. ?Com o transporte, ganho tempo e economizo dinheiro?.