Cidades
Vítimas de moinho esperam indenização
Apesar de já ter sido beneficiada com a reforma de sua residência por parte do Moinho Motrisa, responsável pelo cilo que desabou em abril de 2014, Telma Cedrim é uma das dezenas de vítimas do acidente que ainda aguardam o o julgamento da ação movida contra a empresa por danos morais e materiais. ?Os reparos já foram feitos, por decisão judicial. Eu fiquei mais de dois anos e sete meses longe de minha casa. Felizmente, já voltei, mas ainda não durmo muito tranquila, não. O trauma daquela tragédia ainda está muito vivo em nossas mentes?, confessou Telma Cedrim, que cobra agilidade no desfecho do processo judicial. ?O principal, que é o processo em que todos cobram indenização, não foi resolvido ainda?, lembra. ?Ninguém diz nada. A gente espera solução o quanto antes?, completa a moradora. Silvana Chamusca, moradora da vila ao redor da qual fica o Moinho Motrisa, também anseia pelo desfecho do caso. ?Minha casa também é meu local de trabalho. O imóvel ficou dois anos e meio fechado. Tive muitos prejuízos. Os reparos para que houvesse habitabilidade, conforme orientação judicial, foram feitos pela empresa, mas também fiz investimento pessoal para que o imóvel ficasse próximo do que era antes do desabamento?, explicou à Gazeta.