loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Conhecer o processo facilita tomada de decisão

Ouvir
Compartilhar

A oportunidade de doar órgãos chega no momento mais doloroso na vida de uma família, quando se descobre que o ente querido teve morte encefálica, apesar do restante do corpo permanecer funcionando. É nessa hora, junto com a dor da ?perda?, que os parentes devem decidir se a solidariedade ao próximo será mais forte. É da família a palavra final sobre a doação. A família insegura para tomar a decisão pode esclarecer dúvidas ligando para a Central de Transplantes no (82) 3376-8186. Uma equipe estará pronta para falar sobre o processo, e acabar com mitos. Para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Basta comunicar sua família do desejo da doação. A doação de órgãos só se efetiva após autorização familiar, conforme a lei 10.211, de 23 de março de 2001. Uma vez autorizada a doação, explica Daniela Barbosa, o doador, que deve estar em um hospital recebendo assistência, é submetido a uma série de exames e sorologias. Entretanto, algumas pessoas não podem ser doadoras de órgãos ou tecidos, especialmente se morreram por causa de doenças infectocontagiosas ou que danificaram gravemente o organismo, como: 1? Insuficiência renal grave ou insuficiência do fígado, do coração ou dos pulmões, por exemplo, porque essas doenças causam um grande comprometimento do funcionamento dos órgãos e da circulação; 2 ? Doenças infecciosas e transmissíveis pela cirurgia, como HIV, hepatite B, hepatite C ou doença de Chagas, por exemplo. 3 ? Infecções graves e que se espalharam no sangue, por bactérias ou vírus; 4 ? Câncer generalizado, com metástases que se espalharam pelo corpo.

Relacionadas