Cidades
Coleta seletiva deve chegar a 30 mil residências este ano
Para este ano, a coleta seletiva de lixo em Maceió deve atingir 30 mil residências. Até o final da atual gestão, 60 mil residências devem contar com o serviço, garante a Superintendência de Limpeza Urbana (Slum). Atualmente, quatro cooperativas são responsáveis pela coleta residencial em alguns bairros da cidade e pela coleta feita nos sete Pontos de Entrega Voluntária (PEV). Em entrevista à Radio Gazeta, Davi Maia, superintendente da Slum, informou que a coleta de lixo em Maceió hoje gera a segunda maior despesa da prefeitura do município. Ela fica atrás, apenas, da folha salarial, garante. Os gastos, ainda segundo Maia, superam a arrecadação feita através da taxa de lixo, que, por ano, recolhe R$ 9 milhões. ?O que é arrecadado em um ano é gasto em um mês com todo o serviço oferecido pela prefeitura para deixar a cidade limpa. A gente estima que, se atingirmos 40% do lixo de Maceió através da coleta seletiva, economizaremos R$ 1 milhão por mês?, contou. Na tentativa de deixar a cidade mais limpa e em trazer economia ao município, o superintendente adiantou que uma central de distribuição única para as cooperativas contratadas pela prefeitura venderem seus materiais reciclados está sendo construída e que mais dois ecopontos estão previstos para serem inaugurados em breve. Um deles ficará no bairro do Vergel do Lago e o outro, no Mercado da Produção, no bairro da Levada. ?Nós vimos a necessidade em colocar um ecoponto no mercado devido ao alto índice de lixo orgânico. Lá, esse ecoponto estará todo equipado. Nele será acoplada uma caixa de recolhimento de chorume, além de ter mais divisórias para o lixo orgânico que o mercado produz. No local também investiremos na vigilância?, detalhou. * Sob supervisão da editoria de Cidades