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Estado é um dos últimos a adotar novo modelo

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Cada residência, segundo a coordenadora-geral Telma Nascimento, custa R$ 30 mil/mês. Do montante, o Ministério da Saúde repassa R$ 20 mil e a Prefeitura de Maceió, como contrapartida, aplica R$ 10 mil. As sete residências têm custo mensal de R$ 210 mil. Já as unidades hospitalares têm custo individual por paciente. O Ministério da Saúde estipulou o valor diário de R$ 49,00, de cada um. Nesse sentido, a metodologia de manutenção da despesa também mudou. O cálculo de custo agora é por casa. O repasse de R$ 30 mil é para pagar aluguel do imóvel, funcionários, obrigações trabalhistas, manutenção e alimentação. O tratamento e a medicação ficam por conta dos hospitais e dos Caps. Os imóveis geralmente têm quartos, cozinha, banheiros, sala de visita, refeitório, jardins, além de outros espaços de convivência, como varandas, salas de jogos, de TV... A residência com pacientes mais debilitados é classificada como ?tipo dois?, porque as pessoas chegaram dos hospitais com problemas clínicos, de hipertensão, diabetes avançadas, doenças graves de pele, escabiose, entre outras que exigem tratamento e assistência individualizada. O tratamento dos moradores ocorre nas unidades básicas de saúde ou nos Caps. ?Aqui não é hospital; aqui é a residência dessas pessoas?, reafirma Telma Nascimento. Em cada casa, tem enfermeira, quatro cuidadores, cozinheira e técnico de enfermagem. Os profissionais têm carteira assinada. Os moradores não ficam sós, contam sempre com apoio de um cuidador, principalmente à noite. ?Estamos com todos os compromissos em dia. A Secretaria Municipal de Saúde tem aplicado os recursos religiosamente?, diz Telma Nascimento.

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