loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Graduandos cobram diploma de faculdade

Ouvir
Compartilhar

Graduandos do curso de Fisioterapia de uma faculdade particular baiana com sede em Maceió e Arapiraca denunciam omissão da instituição quanto à não entrega do diploma que certifica a formação superior. Por esse motivo, cerca de 40 alunos, de quatro turmas, estariam impossibilitados de exercer a profissão porque o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) exige o diploma do curso junto ao Ministério da Educação e Cultura (MEC). Alguns alunos procuraram a Gazeta de Alagoas para mostrar sua indignação diante dessa situação. ?Estamos sem o registro profissional, e para que o Crefito libere, precisa constar no Diário Oficial da União a portaria de reconhecimento do curso de Fisioterapia pelo MEC. Até agora essa portaria não existe, e não sabemos o porquê disso não ter acontecido?, relatou Maria Cícera, 49 anos, concluinte do curso. Maria Cícera afirma que a administração da faculdade encontra-se omissa. ?Estamos reivindicando à universidade o nosso diploma. E que, se necessário, entrem com uma ação no Ministério Público para que essa portaria seja publicada. Isso é obrigação deles, dever deles, e não da gente. Não é justo que eu tire do meu bolso, gastar dinheiro para entrar na Justiça, quando a obrigação é da faculdade?. Josuelma Lopes, 28 anos, concluiu o curso há seis meses e está sem poder realizar o seu sonho. ?Tem a questão dos nossos sonhos. Concluímos um curso e queremos atuar na profissão, nesse caso, é tudo o que eu sempre sonhei, e estou impedida de realizá-lo?, falou. Enquanto a questão não é resolvida, os alunos seguem perdendo oportunidades de trabalhar na profissão. ?Eu já perdi três oportunidades de emprego porque não tenho o reconhecimento profissional. Clínicas e hospitais não contratam se não tiver diploma e o aval do Crefito?, relatou Josuelma, que pagou uma mensalidade de R$ 740, durante cinco anos de curso. * Sob supervisão da editoria de Cidades

Relacionadas