Cidades
Cada unidade atende 11 mil pessoas por mês
Ao entrar numa das duas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) de Maceió: nos bairros do Benedito Bentes e do Trapiche da Barra, é difícil acreditar que elas fazem parte do sistema público de saúde. O atendimento é humanizado. Não há grito, filas, confusões. Muito pelo contrário. É semelhante ao atendimento das unidades privadas de saúde. Há limpeza por todos os lados. As Upas de Maceió atendem em média 10,5 mil pessoas/mês e 11 mil/mês, respectivamente. O funcionamento é 24 horas, nos sete dias da semana. O perfil dessas unidades é fazer o atendimento de todos os casos agudos, graves ou não, as urgências, inclusive das urgências traumatológicas com ortopedista de plantão, informou a diretora médica das duas unidades, médica Sandra Maria Lima Barreto. As unidades funcionam como pré-hospitalar fixa. Na atuação intermediária, o paciente é atendido, e se o caso for de natureza gravíssima, ele é estabilizado na ala vermelha. Depois é levado para a unidade de suporte mais avançado, no caso o Hospital Geral do Estado (HGE). Cada Upa funciona com seis médicos durante o dia: quatro clínicos, um pediatra e um ortopedista. À noite, tem três médicos generalista. Além de equipes de enfermagem, de apoio e de suporte. Em cada plantão tem quatro enfermeiras-chefes que atuam nas áreas amarelas e vermelhas. Tem atendimento de urgência em odontologia, em turno de 12 horas, todos os dias. Sem contar com a equipe médica, cada unidade tem 139 servidores. Para os pacientes com enfarto agudo do miocárdio existe uma linha de cuidado especial, que é um projeto do Ministério da Saúde que conta com a iniciativa do presidente da Fundação Cordial, doutor Ricardo César, em convênio com uma empresa multinacional. Esse programa dispõe de equipamentos como eletrocardiograma.