Cidades
Entidades concluem proposta de PCC da Sa�de
A proposta do Plano de Cargos e Carreiras (PCC) do pessoal da Saúde estadual está pronta. Ontem pela manhã, em assembléia que reuniu todas as categorias da área, no auditório da Escola de Ciências Médicas, ele foi apresentado pelas lideranças de classe e debatido com os trabalhadores. Agora será encaminhado ao governo do Estado para a tramitação normal, que passa pela apreciação, também, da Assembléia Legislativa. ?Teremos uma grande luta pela frente e vamos precisar de muita mobilização?, destaca Débora Matos, do Sindicato dos Assistentes Sociais. O PCC vem sendo trabalhado pelos sindicatos, desde outubro do ano passado, quando as categorias reivindicaram reposição salarial. Por causa da campanha política, a reivindicação foi inviabilizada, mas o próprio governo recomendou a elaboração da proposta do PCC e de uma tabela de vencimentos que já contemplasse o reajuste. Segundo Wellington Monteiro, do Sindicato dos Enfermeiros, as duas propostas de PCC (uma da Uncisal e outra da Sesau) foram trabalhadas com a participação de uma procuradora do Estado e já foram referendadas pelo Conselho Estadual de Saúde, que aprovou resolução pela qual o próprio conselho, com representantes das entidades de classe, apresentaria e defenderia as propostas junto ao governo do Estado. A audiência com o governador ainda não tem data marcada. A preocupação da categoria, segundo Wellington, é com relação à tabela de vencimentos, que propõe como salário base, o salário mínimo, acrescido do Adicional de Incentivo à Saúde Pública (Adisa), transformando-se o todo, em vencimentos. As variações vêm de acordo com a ocupação e a escolaridade dos trabalhadores. ?Estamos definindo as estratégias de luta, porque sabemos que o sucesso do atendimento está na nossa capacidade de mobilização. Precisaremos de força, principalmente na Assembléia Legislativa?, diz Wellington.